Importante: o
texto abaixo não representa a opinião do autor. São pensamentos de um
personagem, o Franco, um pai de família que vocês passarão a conhecer agora.
Era uma manhã como qualquer outra. Sentei-me a
mesa e me servi daquele mesmo café de todos os dias, com um pouco de leite e
açúcar, que dizem que faz mal, mas a vida precisa de um pouco de doce, já que anda
um tanto amarga. O que se segue ao habitual café pingado, a leitura do jornal
no meu tablet. Todos os dias quase as mesmas notícias: o dólar subiu, o
fantasma da inflação está querendo voltar a assombrar, está chegando uma onda
de frio ou de calor, vai nevar no sul e ultimamente, os protestos.
Virei a página, mais protesto, dessa vez num
contexto um pouco atípico. No dia em que o sumo pontífice chega à minha cidade
e os olhos do mundo se voltam para cá, há uma matéria com um tipo protesto que
ninguém gosta de ver.
A reportagem me deixou enojado e o café quase me escapou
num refluxo ácido. Duas mulheres, aliás, duas rameiras, seminuas, na porta de
uma igreja, cercadas por pessoas de bem, religiosas, se atirando à homoafetividade,
beijando-se despudoradamente. Pois bem, em minha opinião, aquilo não pode ser
considerado afetividade. Tudo não passou de uma promiscuidade desmedida. Se
fossem minhas filhas... Falta braço forte aos pais de criaturas assim. Falta
educação. E não estou falando da educação dada pelo Estado, mas sim a educação
que recebi em minha casa. Aquela, que um tapa bem dado não mata, mas ao
contrário, ensina os verdadeiros valores morais.
Esses gays querem ser respeitados, mas não se dão
ao respeito. Eles se dão a tudo, literalmente, menos ao respeito. Eu por
exemplo, não tenho nenhum, absolutamente nenhum preconceito contra sapatões e
bichas, principalmente porque respeito todos eles. Entretanto eles não me
respeitam, não te respeitam, não respeitam ninguém e por isso eu considero
justo, e acredito ser um direito meu, não pactuar com essas sem-vergonhices e
não posso considerá-las coisas normais e naturais. Não são.
Olha, vou ser franco com vocês: do jeito que as
coisas estão, esse mundo não vai durar muito tempo não. Essa galera que se diz
antenada e moderna quer extinguir a humanidade. O primeiro passo pra isso é
acabar com a tradicional família. Se homens não casam com mulheres, o mundo
acaba, pelo menos para a espécie humana. Já pensaram nisso? Alguém vai me dizer
que é natural um macho querer um macho e uma fêmea querer uma fêmea? Já viram
isso na natureza? Mas enfim, eu não tenho preconceitos, pois eu entendo que o
gay escolheu ser gay porque tem alguma patologia psicológica, algum distúrbio hormonal,
ou então virou gay por promiscuidade mesmo. Esses promíscuos são os piores. Tinham
que levar muita porrada pra virarem homens (ou mulheres), mas não sou eu quem
vai levantar a mão, afinal, não tenho preconceitos. O homossexualismo, ou
melhor, a homossexualidade, como eles gostam de chamar o distúrbio deles, é um
desvio moral, isso é fato incontestável, mas mesmo assim respeito todos eles e por
isso exijo ser respeitado também.
Vejam só, um dia desses eu estava selecionando
babás para meus filhos e uma das candidatas assumiu ser sapatão. Óbvio que
parei a entrevista na hora e mandei ela ir pra casa. Minha esposa ficou uma
semana perplexa e indignada com a sinceridade da moça. Imaginem o mau exemplo
que uma mulher dessas daria aos nossos filhos... E ainda tem esses casais
homossexuais. Se eles querem ter filhos, por que, afinal, não fazem de forma
natural, papai e mamãe, homem e mulher, macho e fêmea? Não, eles têm que adotar
uma pobre criança e fazer com que o ser indefeso cresça sem uma família
decente, sofrendo influência o tempo inteiro. Francamente, não é óbvio que o
filho de um casal gay vai crescer e virar gay também? É por isso que todos os
filhos de heterossexuais são heterossexuais da mesma forma... Bom, isso era o
que eu tinha para falar. Por hoje é só. O importante é ter paz no coração e
nenhum preconceito. O amor não tem fronteiras. Até a próxima.
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