quarta-feira, 24 de julho de 2013

Sendo franco


Importante: o texto abaixo não representa a opinião do autor. São pensamentos de um personagem, o Franco, um pai de família que vocês passarão a conhecer agora.


Era uma manhã como qualquer outra. Sentei-me a mesa e me servi daquele mesmo café de todos os dias, com um pouco de leite e açúcar, que dizem que faz mal, mas a vida precisa de um pouco de doce, já que anda um tanto amarga. O que se segue ao habitual café pingado, a leitura do jornal no meu tablet. Todos os dias quase as mesmas notícias: o dólar subiu, o fantasma da inflação está querendo voltar a assombrar, está chegando uma onda de frio ou de calor, vai nevar no sul e ultimamente, os protestos.

Virei a página, mais protesto, dessa vez num contexto um pouco atípico. No dia em que o sumo pontífice chega à minha cidade e os olhos do mundo se voltam para cá, há uma matéria com um tipo protesto que ninguém gosta de ver.

A reportagem me deixou enojado e o café quase me escapou num refluxo ácido. Duas mulheres, aliás, duas rameiras, seminuas, na porta de uma igreja, cercadas por pessoas de bem, religiosas, se atirando à homoafetividade, beijando-se despudoradamente. Pois bem, em minha opinião, aquilo não pode ser considerado afetividade. Tudo não passou de uma promiscuidade desmedida. Se fossem minhas filhas... Falta braço forte aos pais de criaturas assim. Falta educação. E não estou falando da educação dada pelo Estado, mas sim a educação que recebi em minha casa. Aquela, que um tapa bem dado não mata, mas ao contrário, ensina os verdadeiros valores morais.

Esses gays querem ser respeitados, mas não se dão ao respeito. Eles se dão a tudo, literalmente, menos ao respeito. Eu por exemplo, não tenho nenhum, absolutamente nenhum preconceito contra sapatões e bichas, principalmente porque respeito todos eles. Entretanto eles não me respeitam, não te respeitam, não respeitam ninguém e por isso eu considero justo, e acredito ser um direito meu, não pactuar com essas sem-vergonhices e não posso considerá-las coisas normais e naturais. Não são.

Olha, vou ser franco com vocês: do jeito que as coisas estão, esse mundo não vai durar muito tempo não. Essa galera que se diz antenada e moderna quer extinguir a humanidade. O primeiro passo pra isso é acabar com a tradicional família. Se homens não casam com mulheres, o mundo acaba, pelo menos para a espécie humana. Já pensaram nisso? Alguém vai me dizer que é natural um macho querer um macho e uma fêmea querer uma fêmea? Já viram isso na natureza? Mas enfim, eu não tenho preconceitos, pois eu entendo que o gay escolheu ser gay porque tem alguma patologia psicológica, algum distúrbio hormonal, ou então virou gay por promiscuidade mesmo. Esses promíscuos são os piores. Tinham que levar muita porrada pra virarem homens (ou mulheres), mas não sou eu quem vai levantar a mão, afinal, não tenho preconceitos. O homossexualismo, ou melhor, a homossexualidade, como eles gostam de chamar o distúrbio deles, é um desvio moral, isso é fato incontestável, mas mesmo assim respeito todos eles e por isso exijo ser respeitado também.

Vejam só, um dia desses eu estava selecionando babás para meus filhos e uma das candidatas assumiu ser sapatão. Óbvio que parei a entrevista na hora e mandei ela ir pra casa. Minha esposa ficou uma semana perplexa e indignada com a sinceridade da moça. Imaginem o mau exemplo que uma mulher dessas daria aos nossos filhos... E ainda tem esses casais homossexuais. Se eles querem ter filhos, por que, afinal, não fazem de forma natural, papai e mamãe, homem e mulher, macho e fêmea? Não, eles têm que adotar uma pobre criança e fazer com que o ser indefeso cresça sem uma família decente, sofrendo influência o tempo inteiro. Francamente, não é óbvio que o filho de um casal gay vai crescer e virar gay também? É por isso que todos os filhos de heterossexuais são heterossexuais da mesma forma... Bom, isso era o que eu tinha para falar. Por hoje é só. O importante é ter paz no coração e nenhum preconceito. O amor não tem fronteiras. Até a próxima.

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